Caso Empreender: Cássio considera voto do relator vergonhoso e ‘nojento’

O ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB) comentou, nesta sexta-feira (12), nas redes sociais, o voto  do relator da Aije do Empreender, José Ricardo Porto, que manteve a elegibilidade do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), aplicando apenas multa de R$ 50 mil ao socialista.

Para Cássio, na Paraíba a justiça tarda e falha. Ele considerou uma vergonha o que aconteceu, ontem, no TRE. “Na Paraíba, sobretudo para os apreciadores de vinho, a Justiça Eleitoral não apenas tarda como também falha. Uma vergonha o que aconteceu ontem. É nojento”, desabafou.

Com Portal primeiras notícias

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1