Carol Gomes é nomeada por Bruno como secretária adjunta de Saúde de Campina Grande

A ex-vereadora Carol Gomes foi nomeada pelo prefeito Bruno Cunha Lima nesta sexta-feira, 15, como a nova secretária adjunta de Saúde de Campina Grande. O ato de nomeação de Carol será publicado na próxima edição do Semanário Oficial do Município.

Carol Gomes é formada em fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB, e desde 2004 dedicou sua carreira profissional à saúde pública. Ela é esposa de André Gomes, prefeito de Boa Vista.

Dos seus 45 anos, 20 deles são de batalha em prol dessa área, militando por um SUS pleno e eficaz. Ela é especialista em Saúde da Família e Saúde Mental, foi fisioterapeuta voluntária do Centro Campinense de Intervenção Precoce, anexo ao Instituto de Saúde Elpídio de Almeida – ISEA.

Atuou como fisioterapeuta do Caps Infantil Centro Campinense de Intervenção Precoce (Capsinho), onde fez parte da equipe fundadora, e ainda atuou como coordenadora adjunta do segundo Curso de Especialização em Saúde Mental do órgão, numa parceria entre a Prefeitura de Campina Grande e a Universidade Federal de Campina Grande – UFCG.

Na Unesc Faculdades foi coordenadora da Clínica Escola e de Estágio Supervisionado em Fisioterapia, professora, gerente e diretora administrativa. Foi fisioterapeuta do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica – NASF, nos municípios de Queimadas e Campina Grande. Foi secretária de saúde de Boa Vista. Como vereadora, foi presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Campina Grande.

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) reforçou pedido de impugnação da candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao Governo do Estado ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). A candidatura de Cícero Lucena será julgada pelo TRE-PB nos próximos dias. Assinado pelo procurador Regional Eleitoral Marcos Alexandre B. W. de Queiroga, o documento expedido, no último domingo (23), alerta para “novas, robustas e independentes provas” sobre um suposto vínculo do ex-prefeito de João Pessoa com facções.

“Esta demanda se funda em novas, robustas e independentes provas, produzidas e aprofundadas em investigações posteriores. Não se está presumindo que a facção atuará em 2026. O dado presente é a própria candidatura do impugnado em 2026, em relação ao qual se sustenta estar demonstrado vínculo político-eleitoral consciente, recente e reiterado com a utilização do poder coercitivo da mesma organização. Assim, o juízo é presente; a prova histórica é que demonstra a persistência do vínculo juridicamente relevante”, arguiu o MPE na petição.

O posicionamento reiterado do MPE reage após defesa do ex-prefeito de João Pessoa contestar o pedido de impugnação de candidatura. O documento também cita as investigações contra a esposa, Lauremília Lucena, e da filha, Janine Lucena, com suposta influência em facções para garantir territórios eleitorais nas últimas eleições de Cícero em 2020 e 2024.

“Requer que seja julgada procedente a AIRC, com o indeferimento do Requerimento de Registro de Candidatura de CÍCERO DE LUCENA FILHO, nos exatos termos postulados na petição inicial”, reforça o procurador Regional Eleitoral, Marcos Alexandre B. W. de Queiroga.

Com ClickPB