Bolsonaro ataca WhatsAp e TSE por acordo para atualizações só após eleições

Os presidente Jair Bolsonaro criticou, nesta sexta-feira (15), o WhatsApp por acordo com ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  para que o aplicativo só lance uma nova funcionalidade que permite a criação de comunidades com milhares de pessoas após a conclusão das eleições de outubro.

Os motivos alegados pelo TSE é combate a disseminação de notícias falsas, de ódio e de outros conteúdos que possam configurar crime.

Bolsonaro disse o serviço já ocorre em outros países e deixar o Brasil fora da atualização do aplicativo é “cerceamento, censura e discriminação”.

“É inaceitável, inadmissível e inconcebível. O WhatsApp passa a ter uma nova política para o mundo, mas uma especial respectiva para o Brasil. Isso após um acordo com três ministros do Tribunal Superior Eleitoral”, disse o presidente para apoiadores após uma motociata em Americana, no interior de São Paulo.

Mais PB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil