Após polêmica nas redes, Felipe Leitão diz que perfil de Tacyana foi hackeado e afirma que casal vive “lua de mel”

O vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Felipe Leitão (MDB), afirmou nesta terça-feira (19) que a conta da prefeita de Bayeux, Tacyana Leitão (PSB), foi alvo de invasão hacker e negou qualquer crise no relacionamento entre os dois. Segundo o parlamentar, o casal vive um momento de harmonia.

A declaração foi dada em entrevista, após a repercussão de uma publicação feita no perfil da prefeita no Instagram que anunciava uma suposta separação do casal. Pouco depois, a informação foi contestada por aliados e pela própria gestora, que afirmou ter tido a conta invadida.

Durante a entrevista, Felipe Leitão reforçou que a relação segue estável e disse que não há qualquer conflito pessoal. “Eu quero dizer que tá tudo 100% bem. Tá tudo, né, não poderíamos estar melhor. Eu e Tacyana estamos na mais perfeita harmonia. Continuaremos nos amando, sendo felizes e trabalhando, eu pela Paraíba e por Bayeux, e ela pelo município de Bayeux”, afirmou.

O deputado também levantou a possibilidade de que o episódio tenha sido utilizado para desviar a atenção de outros debates políticos em andamento no estado. “Eu acho até que foi para desviar um foco. Os paraibanos têm cobrado muitas respostas, como no caso da discussão sobre a Cagepa. É muita coincidência surgir isso no meio de um momento de tanta cobrança”, disse.

A polêmica começou após uma postagem no perfil da prefeita afirmar que ela e o deputado não estariam mais juntos, embora mantendo amizade. A mensagem repercutiu rapidamente nas redes sociais e no meio político da Paraíba.

Em seguida, a assessoria da gestora informou que a conta havia sido invadida e que o conteúdo publicado era falso. A prefeita também divulgou nota oficial reforçando que não houve separação e que medidas legais estão sendo adotadas para identificar os responsáveis pela invasão.

No comunicado, a equipe de Tacyana Leitão afirmou que o acesso ao perfil já foi recuperado e que o caso está sendo tratado judicialmente. “A conta oficial da prefeita foi hackeada e utilizada de forma criminosa para publicação de informações falsas”, informou a nota.

Segundo a equipe da prefeita, no momento da invasão ela estava em viagem a Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, onde participava de um evento nacional sobre políticas públicas alimentares.

O caso segue repercutindo nos bastidores políticos da Paraíba, tanto pelo impacto nas redes sociais quanto pelo envolvimento de duas lideranças com atuação direta na gestão municipal e estadual.

Com Fonte83

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1