Após denúncias de aglomeração, vigilância sanitária interdita bar no centro da cidade de Sumé

A equipe da Vigilância Municipal de Saúde de Sumé interditou na tarde deste domingo(18), um bar e restaurante localizado na avenida primeiro de Abril, no centro da cidade, após constatar através de vídeos publicados neste domingo, uma grande aglomeração provocada na noite deste sábado e madrugada do domingo.

O estabelecimento comercial descumpriu todas as medidas de prevenções estabelecidas pelos órgãos de saúde e permitiu grande aglomerações durante a noite deste sábado. Fotos e vídeos viralizaram nas redes sociais com aglomerações de pessoas em torno da praça central da cidade.

PREFEITURA DE SUMÉ EMITE NOTA E INTERDITA E MULTA ESTABELECIMENTO 

Após dezenas de denúncias recebidas e vídeos circulando nas redes sociais, a Vigilância Sanitária do Município de Sumé interditou e multou, neste domingo, 18 de julho de 2021, um estabelecimento comercial local que vinha descumprindo o Decreto Estadual n° 41.431, provocando de forma flagrante aglomerações e outras diversas infrações relacionadas aos protocolos de combate a disseminação da Covid-19.

Durante a pandemia do Coronavírus, a Vigilância Sanitária de Sumé intensificou o seu papel fiscalizatório e vem desenvolvendo ações educativas junto ao comércio local, como forma de fazer cumprir as normas e decretos publicados pelo Governo do Estado da Paraíba e pela Prefeitura Municipal de Sumé.

Nessa linha, é necessário reafirmar a necessidade de colaboração permanente da população sumeense, inclusive de nossa classe econômica, pois, somente com união de esforços e uma luta coletiva, conseguiremos sair do momento doloroso que estamos vivendo.

Por fim, reafirmamos nosso compromisso de manter a ordem e o equilíbrio de nossa cidade, protegendo a saúde e a integridade de todos.

Sumé, Paraíba em 18 de julho de 2021

Administração Municipal de Sumé

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB