Prefeitura de Santo André finaliza maior distribuição de palma da história do município e investe mais de 50 mil na ação

Com o objetivo de contribuir com a vida do homem do campo e fortalecer as formas de convivência com o fenômeno da seca na zona rural de Santo André, a Prefeitura Municipal desenvolveu uma iniciativa pioneira e ousada. Implantou o programa de apoio ao suporte forrageiro e plantio de palma resistente nas comunidades do município e adquiriu com recursos próprios 470 mil raquetes para distribuição junto aos agricultores.

O programa é coordenador pela Secretaria Municipal de Agricultura, na pessoa do secretário Alex Barbosa. Segundo ele, o prefeito Edglei Amorim desde o princípio do projeto não mediu esforços, nem economizou recursos para garantir o sucesso da ideia.

Foram investidos com recursos do Tesouro Municipal cerca de R$ 50 mil em toda o projeto, que não se resume à distribuição da palma, mas contempla ainda todo o apoio no transporte de raquetes adquiridas particularmente pelos produtores rurais do município. “Faço uma estimativa com nossa equipe da Secretaria de Agricultura que apenas este ano, nossos agricultores já plantaram mais de 1 milhão de raquetes de palma resistente a Cochonilha do Carmim”, destacou Alex.

O programa de distribuição da palma beneficiou diretamente 450 famílias de agricultores de Santo André e a finalização da entrega se deu nesta quinta-feira (08), uma vez que devido aos decretos de prevenção à Covid-19, algumas famílias ficaram impossibilitadas de receber nas datas iniciais de distribuição.

Para o prefeito Edglei Amorim, a iniciativa é muito importante e visa garantir uma assistência ao homem do campo, que através da palma pode multiplicar seu plantio e assegurar alimento animal e até humano em suas propriedades. “Nosso olhar será sempre voltado aos que mais precisam e nossos agricultores precisavam de uma prioridade da ação governamental em Santo André”, pontuou o gestor.

Ascom

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB