JÁ PENSOU? “Na minha concepção, não teremos carnaval em 2022”, declara Geraldo Medeiros

O secretário de Estado da Saúde da Paraíba, Geraldo Antônio Medeiros, voltou a fazer previsões sobre a possibilidade da realização de festas, como em tempos anteriores a pandemia, no Brasil. Em entrevista à rádio Caturité FM, nesta quinta-feira, 1º, o médico afirmou que, na sua concepção, o pais ainda não terá condições de realizar uma festa como o carnaval, em fevereiro de 2022.

Segundo ele, a crença leva em consideração o longo caminho que ainda deverá ser percorrido para a conclusão do ciclo – vacinação em massa – de imunização de toda a população brasileira acima dos 18 anos. Geraldo relembrou que, no início deste ano, ele afirmou que nós não teríamos um São João como de costume, o que acabou se concretizando mesmo com as críticas ao seu discurso.

– Nós pensarmos em aglomerações em meio a uma pandemia que ainda não foi controlada, nem no Brasil e nem no restante do mundo, como na Europa que após 10 semanas de decréscimo de casos de Covid-19 está voltando a registrar aumento, ainda é inviável. Na minha concepção , nós não teremos como realizar carnaval, ter aglomeração, em 2022 – cravou.

Ainda nesse ponto, o secretário declarou que é preciso compreender que o vírus, ainda que com a vacinação, continuará presente na vida da população, mesmo que com menor incidência e gravidade.

– É preciso entender que nós viveremos com essa doença ainda durante muitos meses, claro que com um número pequeno de casos, desde que consigamos a imunização coletivo, isto é, 65% dos brasileiros vacinas com a primeira e a segunda dose e por isso que eu acho que, mesmo em fevereiro, nós ainda não teremos condições de promover essas aglomerações – comentou.

Paraíba Todo Dia / Por Victor Silva

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB