Prefeitura de Monteiro abre contratação imediata para médicos e relata dificuldade de preencher vagas

A Prefeitura de Monteiro, através da Secretaria de Saúde do Município, abriu contratação imediata de três médicos para atender a demanda de suas unidades de saúde. De acordo com a Secretaria, as vagas também são para o atendimento na UPA – 24 Horas.

A modalidade de contratação é por meio de ato emergencial, baseado na análise do currículo.

A Secretaria relatou a dificuldade de preencher as vagas realizando diversas chamadas do Concurso Público 001 de 2017, no entanto, não foi o suficiente para cobrir a necessidade atual.

A contratação visa garantir o complemento no quadro de servidores devido a ampliação do atendimento geral, que de acordo com a secretária da pasta, motiva as contratações emergenciais .

“Com o cenário pandêmico, tivemos que reajustar diversos atendimentos e há uma demanda reprimida com necessidade de mais profissionais”, comenta Paula Oliveira.

A Secretária de Saúde, Paula Oliveira, informou que na última segunda-feira (28), a unidade de saúde ficou sem plantonista médico, já que o que estava na escala tinha adoecido. Com isso, os pacientes que procuraram a UPA foram encaminhados ao Hospital Regional Santa Filomena.

“Estamos com plantões médicos descobertos na UPA, já chamamos os classificados do último concurso, colocamos em grupos que profissionais médicos fazem parte, mas ainda não conseguimos suprir nossas necessidades. Nesta segunda-feira, dia 28, ficamos sem plantonista médico, pois o que estaria na escala adoeceu, mas, todos os pacientes que procuraram a unidade foram triados e encaminhados ao Hospital Regional Santa Filomena  para atendimento. Pedimos a população que nos ajude, se souberem de algum profissional que se interesse, procure a Secretaria de Saúde que contratamos”, informa a secretária Paula Oliveira.

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB