Municípios do Cariri permanecem na bandeira laranja em nova avaliação do Plano Novo Normal na Paraíba

A Paraíba apresentou uma melhora na nova avaliação do Plano Novo Normal, divulgada neste sábado (26). Dos 223 municípios, 62 estão em bandeira amarela, a maior parte desses se concentram na região metropolitana de João Pessoa. Outros 153 estão em bandeira laranja e 8 cidades estão em bandeira vermelha. A situação das novas bandeiras passa a valer a partir desta segunda-feira (28) e o estado segue sem nenhuma cidade na bandeira verde.

Segundo o relatório, estão em bandeira vermelha as cidades de Cacimba de Areia, Santa Inês, Santa Teresinha, São José do Bonfim, São José dos Cordeiros, São Mamede, Teixeira e Uiraúna. Na última avaliação, de 12 de junho, 213 cidades estavam na bandeira laranja, 10 na bandeira vermelha e nenhum nas bandeiras amarela e verde.

Em bandeira laranja, além de Campina Grande, estão algumas cidades do Agreste do estado, Cariri e Sertão. Em relação às cidades com bandeira amarela, estão João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, Lucena, Santa Rita e Guarabira, além de 56 municípios do estado.

O Plano Novo Normal é a matriz de orientação do estado para o funcionamento das atividades econômicas, indicando quais segmentos devem funcionar.

De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Paraíba registrou 2.002 novos casos de Covid-19 e 12 mortes em 24 horas. A ocupação de leitos de UTI em todo o estado é de 60%.

De Olho no Cariri

G1 PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB