Mulher suspeita de matar companheira com 95 facadas é presa em Campina Grande

Uma mulher de 45 anos suspeita de matar a companheira com 95 golpes de faca, no bairro de Gramame, em João Pessoa, na manhã do sábado (20), foi presa na manhã desta segunda-feira (22), em Campina Grande. De acordo com a Polícia Civil, a mulher estava escondida no bairro Vila Cabral de Santa Terezinha e confessou o crime.

Marilene foi presa suspeita de matar a companheira com 95 facadas — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

A Policia Civil informou que a vítima, Gillimara Santos da Costa, tinha 35 anos e foi morta com 95 golpes de faca tipo peixeira em lugares de grande vascularização, como o coração. As duas estavam juntas há cerca de 5 anos.

A delegada de Homicídios de Campina Grande, Suelane Guimarães, que participou da prisão, explicou que a suspeita confessou o crime e disse que há dois anos vinha sendo chantageada e ameaçada pela companheira, que dizia que ia entregá-la à polícia por causa de um mandado de prisão de homicídio cometido no Rio Grande do Norte. Ela também afirmou que era dopada pela companheira.

“Nesse caminhar de um relacionamento desgastado, segundo ela, para não morrer, ela matou primeiro”, disse a delegada.

Gillimara Santos da Costa foi morta com 95 golpes de faca, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

Suelane explicou que a investigação teve início na Polícia Civil de João Pessoa. Porém, foi solicitado o apoio da polícia em Campina Grande quando as investigações apontaram que a mulher havia fugido para a cidade.

Marilene havia se hospedado em uma pousada na Vila Cabral de Santa Terezinha, que é o primeiro bairro da cidade para quem sai de João Pessoa.

A polícia cumpriu o mandado de prisão em aberto que havia contra ela, por um homicídio cometido no Rio Grande do Norte. Em seguida, ela vai ser encaminhada para João Pessoa para ser autuada pelo homicídio cometido no sábado (20).

Segundo informações da Polícia Civil, Marilene da Silva Ramos, além do assassinato, também é investigada por dopar familiares da vítima – a mãe idosa e um sobrinho de 7 anos. As câmeras de segurança flagraram ela saindo tranquilamente do prédio onde o crime aconteceu com duas sacolas, no sábado (20).

Segundo relato de uma vizinha, no sábado, a mãe da vítima começou a gritar pedindo socorro por volta das 5h, dizendo que estavam matando a filha dela. De imediato, ela acionou a polícia. Enquanto isso, socorreu a idosa que estava passando mal e relatou que o mal estar começou depois de ter tomado um café com leite.

Outro vizinho, socorreu a criança, que disse que estava passando mal depois de tomar um suco de maracujá. A criança teria relatado também que estava vendo mais de uma pessoa e não sentia as pernas.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para socorrer a idosa e a criança. A polícia afirma que eles podem ter sido dopados ou envenenados, devido a quantidade de embalagens e cartelas de remédios no apartamento.
G1 PB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil