Ex-prefeito de Bayeux é assassinado em João Pessoa

O ex-prefeito do município de Bayeux, na Grande João Pessoa, Expedito Pereira, foi assassinado na manhã desta quarta-feira (9). O crime aconteceu no bairro de Manaíra, na capital paraibana.

De acordo com a Polícia Militar (PM), um homem em uma motocicleta de cor preta é o suspeito do crime, que aconteceu na Avenida Sapé, às 9h. Expedito foi atingido três vezes, no tórax, no braço e na perna, próximo à residência onde morava no bairro.

Expedito Pereira era médico gastroenterologista e clínico geral. Foi vereador, prefeito e deputado estadual. Ele viveu na cidade de Bayeux, com irmãos e pais, na década de 1960, vindos de Bonito de Santa Fé, no Alto Sertão. Filho de comerciante e ex-vereador, Expedito envolveu-se em diversos movimentos católicos e fundou a primeira comunidade eclesial de base em Bayeux, em 1968.

Portal T5 /Foto: Flávio Fernandes/RTC

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil