Mais de 150 pessoas foram presas e R$ 100 mil apreendidos durante 1º turno das Eleições na Paraíba

Mesmo com um pleito tranquilo segundo avalição da Justiça Eleitoral, mais de 150 pessoas foram presas e R$ 100 mil apreendidos durante 1º turno das Eleições na Paraíba.

Segundo a Polícia Militar, ao todo, 159 pessoas foram conduzidas até as delegacias da Polícia Federal ou Polícia Civil. Destes, 24 eram candidatos.

A Polícia Federal atendeu 27 ocorrências durante as eleições. Durante essas eleições, só houve um flagrante feito pela PF, por compra de votos em Patos. De acordo com o superintendente da Polícia Federal, Gustavo Souza, polícia esteve em 30 cidades da Paraíba e as ocorrências mais comuns registradas foram compra de votos, propaganda irregular e transporte irregular de eleitores.

Ao todo, foram 18 registros de fato no estado – uma coleta informações de notícias de crimes, mas que não há elementos para uma prisão em flagrante. Neste casos, o superintendente diz que o material é apreendido e levado para investigação.

Também foram apreendidas 17 armas de fogo no período e 70 veículos, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal. Propaganda irregular (boca de urna), compra de voto e desobediência à regras da justiça eleitoral foram as ocorrências mais comuns. Além disso, 419 denúncias de crimes eleitorais verificadas pela PM.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil