Padre José Gilmar segue desaparecido há dois dias e investigações continuam na Paraíba

As buscas pelo padre José Gilmar, desaparecido há dois dias, continuam. O padre, que atuava na Paróquia Santa Terezinha, no bairro do Róger, em João Pessoa, sumiu no fim da manhã dessa terça-feira (13). A polícia ainda não tem pistas sobre o caso e aguarda autorização judicial para acessar informações do celular do padre.

O delegado responsável pelo caso, Victor Melo, contou que já ouviu pelo menos seis pessoas próximas ao padre e deve ouvir mais ainda nesta quinta-feira (15). Segundo ele, ainda é muito cedo para saber o que aconteceu e nenhuma hipótese está descartada.

As informações que se tem até o momento são de que o padre saiu por volta das 11h30 para encomendar um corpo em um velório, mas não chegou ao local. Ao meio-dia ele enviou uma mensagem para um amigo com a palavra ”socorro”, mas a mensagem só foi visualizada às 15h, quando começaram a procurá-lo. Nesse momento o celular do padre já estava desligado e ele não foi mais visto.

Nessa quarta-feira (14), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou imagens de um carro semelhante ao do padre, registradas pela câmera de segurança do posto operacional de Mata Redonda, na BR-101, indo na direção de Recife. A PRF não conseguiu confirmar, porém, a placa do veículo filmado. O padre conduzia um veículo Fox, na cor grafite, de placa QFP 4874, até desaparecer.

Depois disso, a PRF chegou a receber denúncias de que o carro do padre estaria na divisa com Pernambuco ou na divisa com o Rio Grande do Norte, mas o veículo não foi encontrado em nenhum dos locais apontados pelos denunciantes.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil