Polícia Militar realiza operação na Paraíba e armas são apreendidas em duas cidades do Cariri

A Polícia Militar apreendeu 15 armas de fogo nas ações dessa quinta-feira (16), em pelo menos sete cidades paraibanas. O trabalho resultou na prisão de nove suspeitos em flagrante.

Nas ações desta quinta, foram apreendidas armas de vários tipos, tanto em trabalhos realizados pela própria PM, bem como de forma integrada com outras instituições.

Foram nove armas do tipo espingarda, sendo três na cidade de Natuba, além de três no município de Prata, uma no município de Boa Vista, ambas no Cariri da Paraíba. Em Campina Grande, a arma apreendida foi um revólver, durante abordagem a um carro, no Complexo Aluízio Campos. Na cidade de Patos, também foi apreendido um revólver, que estaria sendo usado em um crime de ameaça.

O destaque foi a apreensão de três fuzis de calibre 556 e uma pistola calibre 9 milímetros – armas que têm alto poder fogo – em uma operação no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, que contou com a participação da Polícia Federal, Polícia Civil, Ministério Público Estadual e Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). A pistola estava dentro de um dispositivo que transformava a arma em uma submetralhadora.

Somente no primeiro semestre deste ano, a PM foi responsável pela apreensão de 1.279 armas no estado.

Novas apreensões – Mais armas devem ser retiradas de circulação no fim de semana, quando a PM vai atuar com pelo menos quatro operações de prevenção e combate ao crime, em todo o estado.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil