Acusado de matar prefeito no Ceará é preso na cidade de Monteiro

Na madrugada deste último domingo(19) policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar prenderam na cidade de Monteiro, Cariri da Paraíba, um dos acusados de participar do homicídio contra o prefeito da cidade de Grangeiro-CE. O crime ocorreu no final do ano de 2019, e o mesmo estava sendo procurado pela justiça.

O acusado havia acabado de praticar crime de estelionato em um posto de combustível na cidade de Sumé, onde saiu rapidamente sem pagar o combustível, fugindo em direção a cidade de Monteiro.

O COPOM informou as guarnições do 11º BPM que estavam participando da Operação Tiradentes, o qual interceptaram  na entrada da cidade de Monteiro.

O acusado com 31 anos de idade e foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Monteiro, onde foi averiguado que o mesmo possui um mandado de prisão.

De Olho no Cariri

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil