Diocese publica mudanças de padres das Paróquias do Cariri; pároco de Serra Branca foi transferido

A Diocese de Campina Grande publicou na manhã desta terça-feira(17) uma Carta Circular com Nomeações e Transferências definidas para diversas paróquias que compõem a sua área de atuação. As mudanças ocasionaram importantes mudanças em paróquias na região do Cariri paraibano.

Confira abaixo a lista:

Carta Circular 003/2020
Do Bispo Diocesano de Campina Grande – PB
Dom Dulcênio Fontes de Matos
Assunto: Nomeações

Campina Grande, 17 de março de 2020.

Reverendíssimos Padres e Diáconos,
Estimados fiéis desta Diocese.

Considerando as necessidades pastorais da Igreja Diocesana de Campina Grande e o bem de todos os fiéis, anunciamos:

– A nomeação do Padre Gustavo Ferreira Sousa como Pároco da Paróquia de Santo Antônio, bairro Santo Antônio, em Campina Grande;

– A nomeação do Monsenhor Lourildo Soares da Silva, como Vigário Paroquial da Paróquia de Santo Antônio, bairro Santo Antônio, em Campina Grande;

– A nomeação do Padre Rodolfo Figueiroa Lucena, como Capelão do Colégio das Lourdinas;

– A nomeação do Padre Francisco Evaristo Barbosa Filho, como Pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Guia, em Queimadas;

– A nomeação do Padre Joselito Ferreira da Silva, como Pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Serra Branca;

– A nomeação do Padre Danilo César de Souza Bezerra, como Pároco da Paróquia de São Pedro, em Caraúbas;

– A nomeação do Padre Manoel Cristino S. das Chagas, como Administrador Paroquial da Paróquia de São José, em Parari, da Paróquia de Nossa Senhora das Dores, em São José dos Cordeiros e Administrador da Área Pastoral do Sagrado Coração de Jesus e Santo André, em Santo André;

– A nomeação do Padre Severino Albino da Silva, como Vigário Paroquial da Paróquia de São José, em Parari, da Paróquia de Nossa Senhora das Dores, em São José dos Cordeiros e da Área Pastoral do Sagrado Coração de Jesus e Santo André, em Santo André

– A nomeação do Padre Antoniel Batista de Lima, como Vigário Paroquial da Paróquia de Santa Ana, em Alagoa Nova;

Desejando a todos um frutuoso tempo da Quaresma, para maior glória de Deus.

De Olho no Cariri

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB