EM SOLEDADE: Dono de restaurante e eletricista são presos por grande desvio de energia elétrica

No fim da manhã desta quinta-feira, 12 de março, Polícia Civil e Energisa flagraram um gato de energia em um estabelecimento comercial de grande porte na cidade de Soledade, no Curimataú do Estado. O proprietário do estabelecimento, que funciona como restaurante e pizzaria, e o eletricista predial que atende o ponto, foram presos em flagrante e conduzidos a prestar esclarecimentos na delegacia local. A ação foi realizada após estudos do Centro de Inteligência do Departamento de Combate às Perdas de Energia, da Energisa, e denúncias da população.

Agora, após constatado o furto, a Energisa vai levantar quanto de energia foi desviada e por quanto tempo. Conforme previsto no Código Penal, art. 155, o furto de energia é crime e o responsável pode ser condenado a até oito anos de reclusão e multa. “O furto de energia ocasiona prejuízos não só para a concessionária, mas principalmente ao consumidor que está em dia com o pagamento de suas contas, pois parte do prejuízo suportado é repassado aos seus consumidores, conforme indicado pelo órgão regulador, a Aneel”, afirma Felipe Costa, gerente de combate às perdas, da Energisa.

Além do crime, o Governo do Estado deixa de arrecadar anualmente, cerca de R$ 35 milhões por ano e a população perde com isso, uma vez que os valores poderiam ser revertidos em infraestrutura básica, como saúde e educação.

Denunciar o furto de energia é simples e sigiloso. Para isso, basta entrar em contato com a Energisa através de um dos canais de atendimento como call center no número 0800 083 0196, site energisa.com.br, facebook ou twitter, agência de atendimento ou pelo Energisa On, aplicativo gratuito para smartphone, ou no whatsapp (83) 99135-5540.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil