PF desarticula grupo suspeito de tráfico de drogas e comércio de cédulas falsas, na Paraíba

Seis mandados de prisão e cinco de busca e apreensão são cumpridos pela Polícia Federal em residências de Campina Grande e Alagoa Grande, durante operação, na manhã desta quarta-feira (4). A operação “Fake Money” tem como objetivo desarticular uma associação criminosa envolvida no tráfico de entorpecentes e no comércio ilegal de cédulas falsas.

A operação contou com a participação de trinta policias federais e tem o nome em alusão ao início dos trabalhos investigativos, que tiveram por base o crime de moeda falsa. As ordens foram expedidas pela 1ª Vara de Entorpecentes de Campina Grande.

As investigações se iniciaram no mês de abril de 2019, quando duas pessoas foram indiciadas pelo crime de moeda falsa. Porém, a investigação demonstrou que a associação criminosa não se limitava ao repasse de cédulas falsas, mas também ao tráfico de entorpecentes.

G1 PB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil