Mulher suspeita de matar marido a facadas e avisar do crime por áudio cumprirá prisão domiciliar

A mulher suspeita de matar o marido a facadas em Campina Grande e de enviar áudio para uma amiga avisando que cometeria o crime vai cumprir prisão domiciliar. Ela passou por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (20), no Fórum Afonso Campos. O crime foi registrado no bairro Três Irmãs, em Campina Grande, nesse domingo (19).

A Justiça alegou que a mulher tem filhos menores de 12 anos e que, com base na orientação do Supremo Tribunal Federal (STF), presas sem condenação, gestantes e mães de filhos de até 12 anos devem receber o direito à prisão domiciliar. A medida vale desde 2018.

O homem foi morto a facadas. Ele foi identificado como Joselito dos Santos, de 40 anos. O motivo do assassinato teria sido suposta traição do homem à esposa.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil