Moradores de Monteiro denunciam abandono da transposição do São Francisco, que não recebe água há 5 meses

Moradores de Monteiro, no Cariri da Paraíba, denunciam que o canal da transposição do Rio São Francisco no município parou de receber águas desde fevereiro deste ano. A população está sendo abastecida por carros pipa e o trecho da transposição tem rachaduras, além de plantas nas margens e dentro do canal de concreto.

O morador Vicente Simões disse que uma obra que foi tão sonhada pela população, tá sendo negativa atualmente e cobrou uma posição das autoridades políticas do Estado.

O bombeamento deve ser retomado em 60 dias após conserto de um problema na barragem de Cacimba Nova, no Rio Grande do Norte, segundo informou a reportagem da TV Paraíba.

O presidente da Agência Estadual das Águas da Paraíba (Aesa), Porfírio Loureiro, explicou a situação no canal em Monteiro. “Desde 22 de fevereiro de 2019 que parou o bombeamento. Ou seja, parou o recebimento de água no portal Monteiro. Devido a um problema na barragem de Cacimba Nova, no município de Custódia, em Pernambuco. A barragem teve uma percolação acima do permitido em projeto. Então o Ministério do Desenvolvimento Regional parou de bombear da EBV-3 para a EBV-4 para fazer os reparos necessários nessa barragem.”

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A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1