Morre ex-prefeito de Cabedelo José Régis; prefeitura tem luto oficial

O ex-prefeito de Cabedelo, José Régis, faleceu, na tarde desta terça-feira (16), durante um procedimento cardíaco em um hospital particular de João Pessoa.

A informação foi confirmada pelo filho dele, Fábio Régis, em entrevista ao Correio Debate, da Rádio 98 FM. De acordo com Fábio Régis, o falecimento do pai foi uma surpresa porque ele teria “ido tranquilo” fazer o procedimento.

“De repente chegou o meu ex-cunhado desesperado avisando que minha mãe tinha ligado para ele, dizendo que meu pai tinha falecido. Estou sem entender porque eu tinha falado com ele e estava tudo bem. O procedimento tinha dado normal”, afirmou.

José Régis teria sofrido uma parada cardíaca quando passava por uma angioplastia. Ele foi prefeito eleito de Cabedelo por três mandados e deixa mulher, Eneide Régis; e três filhos: Fabrício, Fabiana e Fábio.

Nota – A Prefeitura de Cabedelo decretou luto oficial na cidade por três dias e lamentou a morte do ex-gestor. “Rogamos a Deus que o receba em seus braços e conforte todos os familiares, amigos e admiradores neste momento de dor e saudade. Aproveito para reconhecer e agradecer pelo seu inestimável serviço prestado à cidade como homem público e pelo amor que tinha por nossa Cabedelo. Zé Régis foi um homem de carisma, respeito e cordialidade. Cabedelo perde um cidadão notável. À família, os nossos sinceros pesares. Descanse em paz!”, disse o prefeito Vítor Hugo.

O PMDB também emitiu uma nota de pesar e lembrou a atuação política do ex-prefeito.

Com Mais PB

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A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1