Secretário denuncia campanha de fake news e ataques patrocinada por João Henrique contra a prefeita de Monteiro

A prefeita do município de Monteiro, Anna Lorena, vendo sofrendo uma das mais contundentes campanha de mentiras e agressividade, incluindo constantes Fake News nas redes sociais.

Os ataques a pessoa da prefeita Anna Lorena e a sua gestão municipal ocorrem diariamente em uma emissora comunitária do município de Monteiro e outras nas cidades de Serra Branca e Princesa Isabel, que entram em cadeia no horário do jornal do meio dia.

As emissoras pertencem ao grupo político do deputado João Henrique, adversário da prefeita Anna Lorena, que trouxe radialistas de outras regiões com o único objetivo de denegrir a imagem e a honra da prefeita Anna Lorena e da sua gestão a frente da Prefeitura de Monteiro.

Segundo o secretário de Comunicação do município, Fred Menezes, a politica do ódio e da falta de respeito as pessoas praticadas pelos opositores da prefeita Anna Lorena, mostra o desequilíbrio dos seus opositores e vem causando uma imagem ainda mais negativa dos que praticam este tipo de política.

“Não encontraram um único radialista na região do Cariri que quisesse fazer este jogo sujo, dai contrataram pessoas de outras regiões para utilizarem emissoras de rádios para fazerem essa politica suja e sem respeito aos ouvintes”, disse Fred Menezes.

A politica praticada pelo adversários da prefeita Anna Lorena chegou ao ponto de seus adversários montarem um vídeo aonde a prefeita supostamente empurra uma criança durante a distribuição de peixes na última quinta-feira, 18.

O secretário de Comunicação afirmou que a equipe jurídica da prefeita Anna Lorena já vem adotando todas as medidas judiciais cabíveis, afim de coibir estes absurdos que vêm sendo praticados no município de Monteiro.

Com Ascom PMM

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB