Esposa de Veneziano coloca nome à disposição para disputar prefeitura de Campina Grande

Citada pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) como um dos três nomes possíveis para disputar a Prefeitura de Campina Grande pelo grupo de oposição em 2020, a secretária estadual de Desenvolvimento e Articulação Municipal, Ana Cláudia Vital do Rêgo (Podemos), afirmou estar à disposição. As declarações foram dada à Rádio Caturité.

Ana ponderou que faz parte de um projeto político e que a decisão do grupo é que deve prevalecer, quando da escolha do nome que representará a oposição na cidade.

“Quando se faz parte de um projeto político, não é apenas a vontade pessoal [que prevalece] é a vontade de um grupo. Integro um grupo que tem metas. Mas, nós estamos sempre com nosso nome à disposição para agregar perante qualquer projeto e desafio que nos for posto”, destacou.

Os outros dois nomes citados por Adriano Galdino foram o do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB) e do deputado estadual Inácio Falcão (PCdoB).

Sem nenhum tipo de restrição aos outros nomes, Ana avaliou: “O importante é que temos nomes para apresentar. Nomes de pessoas que têm compromisso e projeto pela Paraíba e por Campina Grande”, salientou.

A titular da pasta ainda criticou a atual administração do prefeito Romero Rodrigues (PSDB), afirmando que o gestor não tem nenhuma obra estruturante na cidade, o que torna importante um candidato do grupo socialista para disputar a prefeitura nas próximas eleições.

“Não temos em Campina obras estruturantes. Não temos em Campina ações voltadas para os servidores públicos, nem aplicação do Plano de Cargos e Carreiras, não temos em Campina obras edificantes. A gestão atual vive apenas do Aluízio Campos, sendo que concretamente nem uma casa sequer foi entregue”, reprovou.

Com PB Online

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB