TSE atualiza dados e aumenta limites de gastos em campanha; veja valores na PB

urna-eletronica-mao-800x543O Tribunal Superior eleitoral divulgou nesta quarta-feira (20) os dados atualizados do limite de gatos que os candidatos a prefeito e vereador poderão atingir nas eleições deste ano. O primeiro levantamento aconteceu em janeiro e trazia números inferiores aos novos apresentados pela Justiça Eleitoral.

Na Paraíba, tanto candidato a prefeito como a vereador poderão gastar mais, quando comparado com o que o TSE tinha estipulado em janeiro. Os postulantes a assumir a Prefeitura de João Pessoa, maior colégio eleitoral, poderão usar na campanha até R$ 2.465.246,00, no primeiro turno, e R$ 739.573,80, no segundo. No primeiro levantamento, o limite era de R$ 1.843.019,74, no primeiro turno, e R$ 552.905,92, no segundo. Os candidatos a vereador na Capital poderão gastar até R$ 273.874,03.

No segundo maior colégio eleitoral da Paraíba, na cidade Campina Grande, o máximo a ser usado na campanha de prefeito é de R$ 3.495.432,44, no primeiro turno, e R$ 1.048.629,73, no segundo. Antes o TSE havia divulgado que o limite era de R$ 2.613.187,89, na primeira etapa da eleição, e R$ 783.956,37, na segunda. Já os candidatos a vereador do município poderão usar até R$ 144.260,40 neste pleito.

Nas demais cidades da Paraíba não há segundo turno por não atingir o número mínimo de 200 mil eleitores que obriga uma segunda etapa do pleito caso nenhum dos candidatos a prefeito atinjam 50% mais um dos votos.

Em outros importantes colégios eleitorais, como Bayeux, Cajazeiras, Patos, Santa Rita e Sousa o limite de gastos na campanha para prefeito é de R$ 333.731,60, R$ 17.735,47, R$ 71.500,41, R$ 21.632,42 e R$ 53.336,02, respectivamente.

Veja tabela aqui atualizada do TSE do limite dos gastos de campanha de todas as cidades da Paraíba.

 

De Olho no Cariri

Com Blog do Gordinho

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB