Operação fecha fábrica clandestina de cachaça em Serra Branca

Uma fábrica clandestina de cachaça foi fechada na manhã desta quarta-feira (3) em Serra Branca, no Cariri da Paraíba, durante operação do MP-Procon, Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba. A ação contou com a participação da Polícia Civil e teve como alvo um policial militar, que seria o proprietário do local.

No local, foram encontradas garrafas vazias, garrafas cheias, rótulos de várias marcas e tonéis com a bebida alcoólica. Uma arma de fogo registrada em nome do policial e uma quantia em dinheiro também foram apreendidas. O policial não foi encontrado.

De acordo com o promotor de justiça Yuri Givago, as investigações tiveram início após informações do funcionamento de uma fábrica não registrada nos órgãos de controle de bebidas alcoólicas. O policial, alvo da operação, já havia sido preso em novembro de 2025 por adulteração e falsificação de produtos para o consumo.

Ainda segundo o promotor, além da fábrica, o local também funcionava como moradia para o investigado. Documentos pessoais do alvo também foram localizados.

Com G1 Paraíba

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A Câmara de Zabelê, município do Cariri paraibano, se tornou alvo do Ministério Público da Paraíba (MPPB) por suposto superfaturamento, desvio de finalidade e uso provado de bem público relacionamento a locação de um carro. O órgão abriu um inquérito civil para apurar o caso.

Como publicado no Diário Eletrônico do MPPB nessa terça-feira (8), a Câmara realizou um contrato de aluguel, junto com uma empresa, para a locação de um veículo que deveria ser utilizado em atividades ligadas ao Legislativo.

No entanto, uma denúncia recebida pelo MPPB relatou a possibilidade de superfaturamento nos valores pagos, suposto desvio de finalidade e uso privado do veículo. O carro estaria com disponibilização em tempo integral ao presidente da Câmara, sendo, inclusive, guardado dentro da casa dele.

Em verificação junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), o Portal Correio observou que o veículo está alugado em um contrato de 11 meses, com pagamentos mensais de R$ 4,5 mil, totalizando R$ 49.500,00.

O inquérito, assinado pela 2ª promotora de Justiça de Monteiro, Maria Eduarda Carvalho N. Uchôa, tem validade de um ano e pode ser prorrogado pelo mesmo período.

Confira abaixo o inquérito aberto pelo MPPB:

Confira abaixo o contrato entre a Câmara e a empresa:

DE OLHO NO CARIRI

Com Portal Correio