Operação fecha fábrica clandestina de cachaça em Serra Branca

Uma fábrica clandestina de cachaça foi fechada na manhã desta quarta-feira (3) em Serra Branca, no Cariri da Paraíba, durante operação do MP-Procon, Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba. A ação contou com a participação da Polícia Civil e teve como alvo um policial militar, que seria o proprietário do local.

No local, foram encontradas garrafas vazias, garrafas cheias, rótulos de várias marcas e tonéis com a bebida alcoólica. Uma arma de fogo registrada em nome do policial e uma quantia em dinheiro também foram apreendidas. O policial não foi encontrado.

De acordo com o promotor de justiça Yuri Givago, as investigações tiveram início após informações do funcionamento de uma fábrica não registrada nos órgãos de controle de bebidas alcoólicas. O policial, alvo da operação, já havia sido preso em novembro de 2025 por adulteração e falsificação de produtos para o consumo.

Ainda segundo o promotor, além da fábrica, o local também funcionava como moradia para o investigado. Documentos pessoais do alvo também foram localizados.

Com G1 Paraíba

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri