Câmara é investigada por suposto superfaturamento e uso indevido de carro alugado no Cariri paraibano

A Câmara de Zabelê, município do Cariri paraibano, se tornou alvo do Ministério Público da Paraíba (MPPB) por suposto superfaturamento, desvio de finalidade e uso provado de bem público relacionamento a locação de um carro. O órgão abriu um inquérito civil para apurar o caso.

Como publicado no Diário Eletrônico do MPPB nessa terça-feira (8), a Câmara realizou um contrato de aluguel, junto com uma empresa, para a locação de um veículo que deveria ser utilizado em atividades ligadas ao Legislativo.

No entanto, uma denúncia recebida pelo MPPB relatou a possibilidade de superfaturamento nos valores pagos, suposto desvio de finalidade e uso privado do veículo. O carro estaria com disponibilização em tempo integral ao presidente da Câmara, sendo, inclusive, guardado dentro da casa dele.

Em verificação junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), o Portal Correio observou que o veículo está alugado em um contrato de 11 meses, com pagamentos mensais de R$ 4,5 mil, totalizando R$ 49.500,00.

O inquérito, assinado pela 2ª promotora de Justiça de Monteiro, Maria Eduarda Carvalho N. Uchôa, tem validade de um ano e pode ser prorrogado pelo mesmo período.

Confira abaixo o inquérito aberto pelo MPPB:

Confira abaixo o contrato entre a Câmara e a empresa:

DE OLHO NO CARIRI

Com Portal Correio

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Três eleitores foram conduzidos à delegacia no início da tarde deste domingo (25), após serem flagrados fotografando o voto durante a votação em Monteiro. Dois casos ocorreram na Escola Maria Lauricéia, na área urbana, e o terceiro em uma escola localizada no Sítio Cacimba de Cima, na zona rural do município.

A prática é proibida pela Justiça Eleitoral. Celulares e outros equipamentos capazes de registrar o voto não podem ser levados à cabine, medida que busca preservar o sigilo da escolha do eleitor. Violar ou tentar violar esse sigilo pode configurar crime eleitoral, com pena prevista de até dois anos de detenção. 

Segundo as informações recebidas pela reportagem, os três eleitores foram encaminhados à delegacia para que a ocorrência fosse registrada e os fatos apurados. Até o momento, não há confirmação de que tenham sido presos. A condução à delegacia para prestar esclarecimentos ou para os procedimentos policiais não significa, por si só, que houve prisão; eventual prisão em flagrante depende da avaliação da autoridade policial diante das circunstâncias e dos elementos apurados. Eleitores estão sujeitos à prisão nesse período em caso de flagrante delito.

De Olho no Cariri

Com Paraíba da Gente