Parari realiza 1º Show de Prêmios Dia dos Pais com bingo e forró em praça pública

A Prefeitura Municipal de Parari preparou uma programação especial para celebrar o Dia dos Pais neste ano. A data terá uma nova formatação, com a realização do 1º Show de Prêmios Dia dos Pais de Parari, marcado para o dia 26 de agosto, a partir das 19h, na Praça de Eventos O Gonzagão.

A programação contará com uma grande noite de bingo, distribuição de prêmios e, em seguida, muito forró e animação para toda a família.

Entre os prêmios estão uma geladeira, quatro bicicletas, dois lava-jatos portáteis, duas TVs e um gelágua.

A iniciativa busca proporcionar uma noite de confraternização e homenagem aos pais de Parari, celebrando o amor, a força e o exemplo daqueles que fazem parte da história de suas famílias.

Um dos principais detalhes da programação é que a presença dos pais será obrigatória durante o bingo. Para marcar a cartela, ser sorteado e receber o prêmio, o pai contemplado deverá estar presente no local no momento do sorteio.

A expectativa é de uma grande participação da população na Praça de Eventos O Gonzagão, em uma noite que promete unir família, diversão, prêmios e muito forró.

Assessoria

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Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam, nesta terça-feira (18/8), que a Corte volte a discutir a obrigatoriedade de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A exigência foi derrubada pelo STF em 2009.

As declarações ocorreram durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica denunciada em reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.

Ao devolver pedido de vista no processo, Moraes afirmou que a decisão de 2009 tornou mais complexo o debate sobre as garantias asseguradas à imprensa, especialmente diante do crescimento das redes sociais.

O ministro disse respeitar o entendimento firmado pela Corte, mas defendeu que o tema seja novamente analisado.

“Está na hora de refletirmos sobre a questão do diploma de jornalismo. […] Hoje, com as redes sociais, qualquer pessoa acorda e diz: ‘A partir de hoje, eu sou um jornalista’ e começa, no seu blog, a ofender a honra de inúmeras pessoas e se escudar na liberdade de imprensa e, claramente, nós não podemos normalizar isso e tratar essas pessoas como a imprensa séria, o jornalismo sério”, defendeu Moraes.

Para o ministro, o Supremo poderia discutir a criação de uma regra de transição para profissionais que já exercem a atividade de forma regular.

Regulamentação da atividade

Na sequência, Dino também defendeu uma reflexão sobre o tema e a possibilidade de regulamentação da atividade profissional.

Segundo Dino, a extensão automática das garantias constitucionais destinadas ao jornalismo profissional a qualquer pessoa que se apresente como blogueiro poderia gerar distorções. Ele citou, como exemplo, a possibilidade de organizações criminosas recrutarem blogueiros para, em tese, se beneficiarem dessas proteções.

“Isso constitui um complicador na medida em que a extensão automática desse regime de garantias a qualquer blogueiro pode levar que o PCC e o Comando Vermelho façam concurso para selecionar blogueiros. Teria cada um 100 blogueiros supostamente protegidos por este conjunto de garantias”, afirmou.

Em 2009, no julgamento do Recurso Extraordinário 511.961, o plenário da Casa derrubou, por 8 votos a 1, a exigência de diploma de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão. A obrigatoriedade estava prevista no Decreto-Lei nº 972, de 1969.

À época, a Corte entendeu que a exigência não havia sido recepcionada pela Constituição de 1988 por representar uma restrição incompatível com as liberdades de expressão, informação e imprensa.

As declarações dos ministros ocorrem dias após Moraes determinar uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário do governo do Maranhão, e Diogo Diniz Lima, advogado e ex-secretário de Urbanismo e Habitação de São Luís.

Segundo a Polícia Federal, ambos teriam atuado como fontes do jornalista Luís Pablo, que publicou reportagens sobre supostas irregularidades envolvendo familiares de Flávio Dino.

A operação ocorreu três dias antes de Luís Pablo prestar depoimento à PF. O jornalista foi ouvido como investigado por suposto crime de perseguição e optou por permanecer em silêncio, após ser informado sobre o direito constitucional de preservar o sigilo de suas fontes.