Após Nilvan Ferreira acusar falhas no Ramal do Apodi, Ministério explica aberturas apontadas como “rompimento” na obra

Após as acusações do comunicador e pré-candidato a deputado estadual Nilvan Ferreira acerca de mais de 14 contêineres nas obras da transposição do Rio São Francisco em um dos trechos do Ramal do rio Apodi-Mossoró, no Rio Grande do Norte, e possíveis “rompimentos”, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, divulgou um vídeo, nesta terça-feira (8), em que explica a função dessas estruturas.

“O canal Apodi tem aberturas nas laterais e vertedouros que fazem parte do seu funcionamento. Faz parte do processo de funcionamento, testes no canal. É nessa fase que podem acontecer ajustes para controlar a passagem da água e melhorar o funcionamento. As aberturas laterais são usadas temporariamente durante essa etapa. Quando não são mais necessárias, são fechadas e a água volta a correr normalmente pelo canal”, explica a narração do vídeo publicado pelo Ministério do Desenvolvimento em seu perfil oficial.

Na narrativa divulgada no vídeo, os contêineres usados na transposição são “temporários” e fazem parte do processo de testes das estruturas da obra.

“Ao longo do canal, também há estruturas temporárias para as pessoas atravessarem, como contêineres e outros equipamentos. Elas ficam no local durante a fase de testes e depois serão substituídas pelas estruturas permanentes”, diz um dos trechos do vídeos.

A inauguração de um trecho do Ramal do Apodi, realizada na semana passada, levou o comunicador e pré-candidato a deputado estadual Nilvan Ferreira percorrer parte do trecho e publicar o que viu em suas redes sociais, os vídeos já alcançaram milhões de visualizações, e seguem gerando debate.

A inauguração do trecho do Ramal Apodi pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Rio Grande do Norte, na última quinta-feira (2), gerou uma série de polêmicas pela falta de água em operação e imagens de drone mostrarem um contêiner metálico improvisado sendo utilizado como duto para a passagem de água. A obra de transposição do Rio São Francisco segue em andamento desde 2007 para levar segurança hídrica e combater a seca no semiárido nordestino.

VEJA O VÍDEO:

DE OLHO NO CARIRI

Com ClickPB

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