IML aponta que recém-nascido abandonado na Paraíba morreu por hipotermia, traumatismo e prematuridade

O Instituto de Polícia Científica da Paraíba informou, nesta sexta-feira (22), que a morte do recém-nascido encontrado abandonado no distrito de Cupissura, em Alhandra, no Litoral Sul paraibano, foi em decorrência de uma hipotermia, seguida de traumatismo crânio encefálico e prematuridade.

O bebê morreu na madrugada da última quarta-feira (20) após ter sido abandonado entre muros de casas e resgatado por moradores da região. Logo em seguida, ele foi encaminhado para o Hospital General Edson Ramalho, em João Pessoa, onde não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Mesmo depois dos exames, o cadáver da criança segue sob custódia do Instituto Médico Legal. Depois de todos os procedimentos, o corpo será liberado para os familiares realizarem os trâmites funerários. O abandono do recém-nascido é investigado pela Polícia Civil da Paraíba.

Um recém-nascido foi encontrado na manhã da última terça-feira (19), no distrito de Cupissura, localizado entre os municípios de Caaporã e Alhandra, no Litoral Sul da Paraíba. O bebê foi localizado por moradores da região após ouvirem sons vindos da parede de uma residência.

A princípio, os moradores acreditaram que o barulho fosse de um animal, mas, ao verificarem o local, encontraram a criança e acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A equipe realizou os primeiros atendimentos ainda no local e, durante o processo de transferência, identificou a necessidade de encaminhar a criança ao Hospital Municipal de Alhandra para estabilização do quadro clínico.

Após avaliação médica e a adoção das medidas emergenciais necessárias para garantir a estabilidade do recém-nascido, foi solicitada a transferência aeromédica por meio do helicóptero Acauã, garantindo mais agilidade e suporte especializado para a continuidade do atendimento.

Com MaisPB

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A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1