Ex-presidiário é executado por vários tiros dentro de sua própria casa em cidade do Cariri

Um homem identificado como João Paulo, ex-presidiário, foi assassinado com vários disparos de pistola na madrugada desta quinta-feira (21), no distrito de Barreiras de Caraúbas, na região do Cariri.

De acordo com as informações, o crime aconteceu por volta das 2h da manhã. A vítima estava em casa quando homens armados invadiram a residência e efetuaram diversos disparos de pistola calibre 9mm, atingindo principalmente o rosto de João Paulo, que morreu no local.

Até o momento, não há informações sobre a autoria e motivação do homicídio.

Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Numol e IPC foram acionadas para atender a ocorrência e realizar os procedimentos de investigação e remoção do corpo.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

De Olho no Cariri

Jornalismo 95FM

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A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1