Chefe de comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro deixa cargo

Pouco mais de uma semana após ser anunciado como chefe da comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, Marcello Lopes deixou o posto nesta quarta-feira.

Com a saída de Marcellão, o publicitário Eduardo Fischer entra na campanha e atuará como consultor de comunicação, ficando responsável por escalar uma equipe para fazer o marketing da campanha do primogênito de Jair Bolsonaro.

O chefe da comunicação de Flávio retornou de viagem dos Estados Unidos, onde estava desde a semana passada, quando o presidenciável do PL se viu mergulhado na pior crise desde que se colocou na corrida nacional, em função da revelação de que ele pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, para financiar um filme autobiográfico do pai.

As dificuldades em se explicar contribuíram para que a comunicação da campanha do senador do PL fosse colocada em xeque.

Ex-policial civil, Lopes é amigo pessoal de Flávio e dono da agência Cálix Propaganda. Antes de ser anunciado como chefe de comunicação, ele já estava na equipe da campanha e costumava acompanhar o parlamentar do PL em algumas viagens.

Com Veja

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A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1