Polícia Federal investiga organização criminosa suspeita de fraudar empréstimos na Paraíba

A Polícia Federal deflagou, terça-feira (5), uma operação contra uma organização criminosa que fraudava empréstimos em cidades da Paraíba. Segundo a PF, os investigados pela Operação Barco de Teseu atuavam em agências da Caixa Econômica Federal.

De acordo com a Polícia Federal, várias pessoas eram recrutadas pela organização para abrir contas bancárias fraudulentas e solicitar empréstimos que, depois de serem recebidos, eram sacados ou transferidos imediatamente.

As investigações da PF apontaram que, somente nas últimas duas semanas, o prejuízo ultrapassou R$ 72 mil. Os golpes aconteciam, principalmente, nas cidades paraibanas, de Picuí, Cuité, Areia e Esperança.

A operação resultou na prisão em flagrante de três pessoas. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Olinda e São Lourenço da Mata, em Pernambuco.

A Justiça também determinou o sequestro de bens dos investigados, que devem responder pelos crimes de organização criminosa, uso de documentos públicos falsos e estelionato majorado.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil