Prefeitura de Santo André divulga calendário de atualização do cadastro único

A Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social, divulgou o calendário de atualização do Cadastro Único para 2024. A atualização é essencial para a manutenção dos benefícios sociais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Os beneficiários devem ficar atentos aos prazos e comparecer ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) nos dias e horários estabelecidos.

Calendário de Atualização do Cadastro Único
• NIS final 1, 2 e 3 – Atualização de 31/03 a 30/04
• NIS final 4 – Atualização em maio
• NIS final 5 – Atualização em junho
• NIS final 6 – Atualização em julho
• NIS final 7 – Atualização em agosto
• NIS final 8 – Atualização em setembro
• NIS final 9 – Atualização em outubro
• NIS final 0 – Atualização em novembro

Documentação Necessária

Os beneficiários devem apresentar os documentos originais de todos os membros da família:
• RG e CPF
• Carteira de Trabalho
• Certidão de Nascimento ou Casamento
• Comprovante de residência
• Declaração escolar (para crianças e adolescentes)
• Comprovante de vacinação

Os beneficiários do BPC têm prioridade e podem atualizar seus dados a qualquer momento.

Dias e Horários de Atendimento no CRAS
• Segunda e quarta-feira – 08h às 11h: Atendimento para beneficiários do Bolsa Família da zona urbana
• Quinta-feira – 08h às 11h: Atendimento exclusivo para Cadastro Único e BPC
• Sexta-feira – 08h às 12h: Atendimento exclusivo para beneficiários do Bolsa Família da zona rural

A Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social reforça a importância de realizar a atualização cadastral dentro do prazo para evitar a suspensão dos benefícios. Para mais informações, os beneficiários podem procurar o CRAS de Santo André.

De Olho no Cariri

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A Polícia Civil retirou nove câmeras de monitoramento instaladas irregularmente em postes de iluminação pública em diferentes pontos de Campina Grande, nesta terça-feira (25). A ação foi realizada no âmbito da Operação Paraíba Mais Segura, que reúne forças de segurança no combate à atuação de facções criminosas.

Segundo a Polícia Civil, os equipamentos foram instalados sem autorização dos órgãos públicos e poderiam estar sendo usados por organizações criminosas para acompanhar a movimentação de policiais e de grupos rivais. A suspeita é de que as câmeras funcionassem como uma ferramenta de monitoramento e controle territorial.

A operação contou com cerca de 30 policiais, dez viaturas e drones, utilizados para mapear os locais onde os equipamentos estavam instalados.

A ação foi coordenada pela 2ª Superintendência Regional de Polícia Civil, pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Campina Grande, com apoio do 2º Comando Regional do Corpo de Bombeiros.