Polícia retira câmeras que seriam usadas por facções para monitorar ruas de Campina Grande

A Polícia Civil retirou nove câmeras de monitoramento instaladas irregularmente em postes de iluminação pública em diferentes pontos de Campina Grande, nesta terça-feira (25). A ação foi realizada no âmbito da Operação Paraíba Mais Segura, que reúne forças de segurança no combate à atuação de facções criminosas.

Segundo a Polícia Civil, os equipamentos foram instalados sem autorização dos órgãos públicos e poderiam estar sendo usados por organizações criminosas para acompanhar a movimentação de policiais e de grupos rivais. A suspeita é de que as câmeras funcionassem como uma ferramenta de monitoramento e controle territorial.

A operação contou com cerca de 30 policiais, dez viaturas e drones, utilizados para mapear os locais onde os equipamentos estavam instalados.

A ação foi coordenada pela 2ª Superintendência Regional de Polícia Civil, pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Campina Grande, com apoio do 2º Comando Regional do Corpo de Bombeiros.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil