Deputado Dr. Romualdo defende realização de concurso para Oficial de Justiça na Paraíba

O deputado estadual Dr. Romualdo defendeu a realização de um novo concurso público para Oficial de Justiça no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Requerimento apresentado pelo parlamentar solicitando providências para a realização do certame foi aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa da Paraíba.

A iniciativa chama atenção para uma realidade enfrentada diariamente pela categoria: um número reduzido de oficiais de Justiça para uma demanda cada vez maior, situação agravada por aposentadorias, vacâncias e outros desligamentos. Com poucos profissionais para cumprir um volume elevado de mandados, a sobrecarga atinge os servidores e também repercute diretamente na prestação jurisdicional.

“Os oficiais de Justiça estão sobrecarregados. São poucos profissionais diante de uma demanda enorme e de uma responsabilidade indispensável para o funcionamento da Justiça. É preciso recompor esse quadro e valorizar quem está diariamente nas ruas garantindo que as decisões judiciais sejam efetivamente cumpridas”, destacou Dr. Romualdo.

O Requerimento nº 31.452/2026, foi apresentado no dia 17 de agosto e aprovado por unanimidade no plenário da Assembleia Legislativa no dia 18 de agosto, solicita ao presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba a adoção das providências administrativas necessárias para a realização do concurso, considerando especialmente o déficit existente nas Centrais de Mandados em diferentes regiões do estado.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil