NO CARIRI: bebê morre em hospital e pais denunciam negligência médica

Os pais de uma bebê acusam a equipe médica do Hospital Municipal de Boqueirão, na Paraíba, de negligência após a morte da menina na madrugada deste domingo (20). Um boletim de ocorrência foi registrado pelos familiares da bebê, alegando que ela morreu depois de ser medicada com injeções.

Aisla Oliveira Normando, de dois anos e oito meses, acordou com febre e manchas vermelhas na pele. A família então levou a bebê para o hospital municipal. Na unidade, a médica que atendeu a menina diagnosticou uma possível intoxicação e administrou três injeções. Poucos depois, Aisla desmaiou.

Após o desmaio, a equipe do hospital tentou manobras de reanimação. Porém, a criança não resistiu e faleceu pouco tempo depois.

Os pais registraram um boletim de ocorrência na Delegacia Seccional de Queimadas. O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Campina Grande. O laudo com a causa da morte deve ser divulgado em até 30 dias.

No Instagram, o perfil oficial da Prefeitura de Boqueirão publicou uma nota se solidarizando com a família da bebê, mas não se pronunciou sobre a acusação de negligência médica. A reportagem tentou contato com o Hospital Municipal de Boqueirão e a Secretaria Municipal de Saúde por meio dos telefones oficiais, mas não conseguiu completar a ligação.

De Olho no Cariri

Mais PB

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Na tarde desta sexta-feira (11), policiais militares do 11º Batalhão prenderam um homem acusado de praticar violência doméstica contra sua companheira, no município de Monteiro, cariri paraibano.

A guarnição foi acionada por volta das 15h20 e deslocou-se até a residência indicada. No local, a vítima relatou que, após uma discussão, o suspeito teria iniciado as agressões, desferindo tapas em sua cabeça e segurando-a pelo pescoço. Durante a abordagem, o homem permaneceu agressivo e continuou proferindo ameaças contra a vítima, mesmo na presença dos policiais.

Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido, juntamente com a vítima, à Delegacia de Polícia Civil para a adoção das medidas cabíveis.