Eleições 2024: propaganda eleitoral gratuita, debates e comícios podem ser realizados até amanhã

Com a proximidade do primeiro turno das Eleições 2024, o prazo para realização de ações vinculadas às campanhas políticas é finalizado amanhã (03), conforme o calendário eleitoral divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A quinta-feira (03) é também a data final para expedição de salvo-conduto em favor de eleitor ou eleitora que sofrer violência moral.

Segundo o calendário eleitoral do TSE, a quinta-feira (03) é o último dia para a divulgação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão relativa ao primeiro turno (Lei nº 9.504/1997, art. 47). No rádio e na TV a propaganda eleitoral gratuita vai ao ar de segunda a sábado, com inserções e programas no início da manhã (rádio), início da tarde (rádio e TV) e noite (rádio e TV).

Amanhã também é o prazo final para a realização de comícios e utilização de aparelhagem de sonorização fixa, entre as 8h (oito horas) e as 24h (vinte e quatro horas), com exceção do comício de encerramento da campanha, que poderá ser prorrogado por mais 2 (duas) horas.

Conforme o calendário, debates também poderão ocorrer até amanhã no rádio e na TV, porém podem ter duração ampliada até às 7h do dia 04 de outubro.

De amanhã, até 7 de outubro, o juízo eleitoral ou a(o) presidente da Mesa Receptora poderá expedir salvo-conduto em favor de eleitora ou de eleitor que sofrer violência moral ou física na sua liberdade de votar ou pelo fato de haver votado.

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A Polícia Civil retirou nove câmeras de monitoramento instaladas irregularmente em postes de iluminação pública em diferentes pontos de Campina Grande, nesta terça-feira (25). A ação foi realizada no âmbito da Operação Paraíba Mais Segura, que reúne forças de segurança no combate à atuação de facções criminosas.

Segundo a Polícia Civil, os equipamentos foram instalados sem autorização dos órgãos públicos e poderiam estar sendo usados por organizações criminosas para acompanhar a movimentação de policiais e de grupos rivais. A suspeita é de que as câmeras funcionassem como uma ferramenta de monitoramento e controle territorial.

A operação contou com cerca de 30 policiais, dez viaturas e drones, utilizados para mapear os locais onde os equipamentos estavam instalados.

A ação foi coordenada pela 2ª Superintendência Regional de Polícia Civil, pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Campina Grande, com apoio do 2º Comando Regional do Corpo de Bombeiros.