PF realiza operação para combater moedas e documentos falsos no Sertão da PB

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta segunda-feira (15), a Operação Fourrée, como objetivo de combater os crimes de moeda falsa, estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Nas investigações, o investigado adquiriu e distribuiu notas falsas no comércio local, praticou golpes com cartão de crédito, Pix e fraudou empréstimos através da criação de empresas fantasmas. Por isso, o mandado de busca e apreensão foi expedido pela 14ª Vara Federal de Patos e cumprido na residência do suspeito, localizada no bairro Jardim Santa Tereza, em Patos, Sertão da Paraíba.

A operação de hoje foi batizada de Fourrée, palavra francesa que significa “recheado” ou “folheado”, remontando às primeiras falsificações de dinheiro da história, que eram realizadas por meio da técnica de folheamento, em que o núcleo da moeda era preenchido com metal barato e apenas revestido com o metal precioso para se parecer com a sua contraparte verdadeira.

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A Câmara de Zabelê, município do Cariri paraibano, se tornou alvo do Ministério Público da Paraíba (MPPB) por suposto superfaturamento, desvio de finalidade e uso provado de bem público relacionamento a locação de um carro. O órgão abriu um inquérito civil para apurar o caso.

Como publicado no Diário Eletrônico do MPPB nessa terça-feira (8), a Câmara realizou um contrato de aluguel, junto com uma empresa, para a locação de um veículo que deveria ser utilizado em atividades ligadas ao Legislativo.

No entanto, uma denúncia recebida pelo MPPB relatou a possibilidade de superfaturamento nos valores pagos, suposto desvio de finalidade e uso privado do veículo. O carro estaria com disponibilização em tempo integral ao presidente da Câmara, sendo, inclusive, guardado dentro da casa dele.

Em verificação junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), o Portal Correio observou que o veículo está alugado em um contrato de 11 meses, com pagamentos mensais de R$ 4,5 mil, totalizando R$ 49.500,00.

O inquérito, assinado pela 2ª promotora de Justiça de Monteiro, Maria Eduarda Carvalho N. Uchôa, tem validade de um ano e pode ser prorrogado pelo mesmo período.

Confira abaixo o inquérito aberto pelo MPPB:

Confira abaixo o contrato entre a Câmara e a empresa:

DE OLHO NO CARIRI

Com Portal Correio