“Seguirei defendendo minhas propostas e trabalhando pelo que acredito”, fala Carol Gomes em discurso na Câmara de Campina Grande

A vereadora Carol Gomes (União Brasil), durante a sessão ordinária realizada nesta quinta-feira (23), na Câmara Municipal de Campina Grande, pediu a palavra para falar sobre a decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE) que decidiu sobre a perda do seu mandato.

“Sou uma mulher eleita democraticamente com dois mil trezentos e noventa e dois votos, após uma campanha realizada de forma limpa e ética. Eleita pela vontade do povo de Campina Grande, por aqueles que confiaram no nome Carol Gomes e fazendo jus aos meus esforços desempenhados até aqui”, iniciou a vereadora.

Carol é detentora de um histórico de contribuição ao povo de Campina Grande através de seu trabalho enquanto profissional de saúde e educadora, antes mesmo de seguir carreira política. Ao longo dos últimos três anos de mandato, a vereadora, que compõe a Mesa Diretora como 1° secretária, foi autora de 458 proposituras entre projetos de lei, requerimentos, projetos de resolução e indicação.

“O meu mandato é marcado pela proatividade… seja através de projetos de leis e requerimentos, promoção de diálogos, participação ativa em frentes parlamentares e comissões e, o que considero mais importante, um mandato perto do povo, ouvindo demandas, entendo realidades e buscando benefícios”, continuou.

A parlamentar presidiu a Comissão de Saúde e Bem Estar Social no biênio 2021-2022, onde em 2023 permaneceu como secretária. Além disso, também esteve como membro da Comissão de Finanças, Orçamento, Fiscalização Financeira e Controle e como secretária da Frente Parlamentar de Defesa de Políticas de Atenção às pessoas com Doenças Raras e às pessoas com Transtorno de Espectro Autista.

Carol afirmou que seguirá defendendo suas propostas mesmo sem o mandato: “O mandato me deu condições de fazer muito por Campina Grande, mas não será a falta dele que me impedirá de continuar ajudando minha gente, defendendo as causas em que acredito, contribuindo para a melhoria da vida de todos os cidadãos de nossa cidade e atuando no combate às distorções e injustiças sociais, especialmente no que diz respeito às mulheres”.

“Com a consciência absolutamente tranquila e sabendo que nada de errado foi feito, me orgulho da mulher que sou, da parlamentar atuante e de todas as contribuições que fiz a favor do povo. Entramos com o recurso eleitoral cabível ao TRE PB”, concluiu.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil