10ª conferência Municipal de Assistência Social é realizada com sucesso em São José dos Cordeiros

A Prefeitura de São José dos Cordeiros, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social juntamente com o Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), realizaram a 10ª Conferência Municipal de Assistência Social na manhã desta terça-feira (04), abordando sobre o tema: “Reconstrução do SUAS: O SUAS que temos e o SUAS que queremos”.

O evento aconteceu no auditório do Centro de Referência e Assistência Social – CRAS, com a participação da primeira-dama Milena Queiroz, a Vice-Prefeita Lourdes Dantas, da secretária de Assistência Social Alcione Almeida, do presidente da câmara municipal Jandilson Maranhão e do vereador Walfredo Dantas, do Conselho Tutelar, representantes do Núcleo de Cidadania e Adolescentes (NUCA), representantes da sociedade civil, entre outras.

A programação foi aberta com apresentações culturais, realizadas por usuários do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e logo em seguida foi aberta oficialmente à conferência e, consequentemente, os trabalhos com a exposição dos eixos temáticos à cerca do tema pela conferencista e palestrante, Assistente Social Valeska Ramalho, mestre em serviço social pela ufpb, doutorada em serviço social pelo instituto universitário de lisboa. Atua no Suas desde 2002, militante na política de atendimento à criança e adolescente controle social e gestão do SUAS.

As conferências de assistência social são instâncias que têm por atribuições a avaliação da política de assistência social e a definição de diretrizes para o aprimoramento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Segundo a secretária municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, este é o momento de avaliar as políticas de assistência social e definir as diretrizes para o aprimoramento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). “A participação da sociedade na administração pública, é de suma importância no processo de acompanhamento e fiscalização das ações, a fim de solucionar os problemas e assegurar a manutenção dos serviços de atendimento ao cidadão”.

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB