Vereador Chicão Medeiros pede licença da Câmara de São João do Cariri e suplente tomará posse

Integrante da bancada de oposição em São João do Cariri, o vereador José Morais Martins Garcia Júnior, conhecido popularmente como Chicão Medeiros (Republicanos), protocolou oficialmente nesta última sexta-feira, dia 26, um pedido de licença sem vencimentos do cargo de vereador pelo o período de 60 dias.

O jovem parlamentar esteve na última sexta-feira comunicando ao presidente do Poder Legislativo, Francisco Júnior, sobre o seu afastamento alegando resolver assuntos particulares. O vereador protocolou através de ofício a sua concessão de licença parlamentar não remunerada, e na sessão ordinária na noite desta sexta-feira, o pedido de licença através de decreto legislativo foi aprovado por unanimidade pelos vereadores presentes.

No lugar de Chicão Medeiros, quem irá assumir durante a sua licença será o segundo suplente do partido Republicanos, o ex-vereador João Batista de Lima Júnior, conhecido popularmente por Dão Lima.

O primeiro suplente do partido, José de Assis de Gouveia, popularmente conhecido por Titio, já anunciou que não irá puder assumir a vacância do cargo no momento. Sendo assim, o parlamentar Dão Lima irá assumir o cargo de vereador pela quarta vez. Nas últimas eleições em 2020, Dão Lima obteve 58 votos .

Dão Lima tomará posse ao cargo ainda esta semana, já que a licença do vereador Chicão Medeiros será a partir de amanhã, dia 31 de maio.

Durante a sessão da última sexta, o parlamentar Chicão Medeiros desejou boa sorte ao colega Dão Lima, e destacou que a Câmara de São João do Cariri estará muito bem representada e terá a representividade de um vereador compromissado com à população sãojoãoense.

De Olho no Cariri

Ascom CMSJC

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB