Homem condenado pela justiça e acusado de participação no assalto ao Banco Central, em Fortaleza, é preso em Monteiro

A Polícia Militar capturou, nas últimas horas da manhã desta segunda-feira (03), um foragido da Justiça condenado a 11 anos de prisão pelos crimes do Sistema Nacional de Armas, como porte e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. A prisão do acusado, de 49 anos de idade, aconteceu no cariri paraibano na cidade de Monteiro.

O homem preso já respondia pelo crime e estava em medidas cautelares quando fugiu. Ele já foi alvo de operação da Polícia Federal pela possível participação no roubo ao Banco Central de Fortaleza, no Ceará, em 2005. Ele também era apontado pela tentativa de entrada de entrada de aparelhos celulares na cadeia de Monteiro.

O acusado preso foi apresentado na delegacia em Monteiro para os procedimentos cabíveis e o devido cumprimento da pena.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil