Concurso para servidor do MPPB: Fundação Carlos Chagas vai realizar a seleção

A Fundação Carlos Chagas (FCC) vai organizar e realizar o V Concurso Público para Provimento dos Cargos de Servidores Efetivos do Ministério Público da Paraíba. O procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, deve assinar o contrato com a instituição nos próximos dias. O extrato será publicado no Diário Oficial Eletrônico do MPPB. Está mantida para este mês de fevereiro a previsão de publicação do edital com os detalhes da seleção que deve ofertar, inicialmente, 11 vagas imediatas (10 para técnico sem especialidade e uma para analista desenvolvedor) e formar cadastro de reserva. 

A FCC, instituição de direito privado e sem fins lucrativos, atua nas áreas de seleções, pesquisa e educação há mais de 50 anos, inclusive, os dois últimos concursos do MPPB (para promotor de Justiça e para servidor) foram organizados pela banca. “É uma instituição com larga experiência e acreditamos que, mais uma vez, cumprirá o seu papel com eficiência, buscando uma seleção justa, de qualidade e pautada na transparência”, destacou Antônio Hortêncio. 

Segundo o procurador-geral, desde o último dia 24 de janeiro, quando foi instituída, a comissão interna de acompanhamento do certame tem trabalhado na escolha da banca e nos termos do edital do concurso. A orientação é que as etapas ocorram dentro de um cronograma que possibilite suprir a necessidade atual trazida pela vacância dos cargos.

A Comissão do V Concurso Público para Servidores é composta pelos promotores de Justiça, Reynaldo di Lorenzo Serpa Filho (presidente) e Eduardo de Freitas Torres, e pelos servidores Jonatha Vieira de Sousa (diretor administrativo), Marcos Vinícius Ferreira Cesário (diretor de Planejamento) e Vivianne de Queiroz Leal (diretora de Tecnologia da informação).

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil