Construção de muro de cemitério em cidade da Paraíba vira alvo do Ministério Público

A construção de um muro do cemitério municipal em Itatuba, no Agreste paraibano, virou alvo do Ministério Público da Paraíba (MPPB) após uma denúncia anônima chegar ao conhecimento da promotora de Justiça, Cláudia Cabral Cavalcante.

A medida foi publicada no Diário Oficial do Ministério Público da última sexta-feira (17).

De acordo com a publicação, a denúncia dá conta da existência de supostas irregularidades na Secretaria de Infraestrutura de Itatuba, bem como na construção do muro do cemitério local.

O documento não traz mais detalhes acerca das eventuais irregularidades e nem se teria causado prejuízos aos cofres públicos.

A reportagem disponibiliza o espaço para que algum representante da secretaria se pronuncie a respeito dos fatos.

Com Portal Paraíba

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil