Ricardo Barbosa é anunciado como presidente da Companhia Docas da Paraíba

O ex-deputado estadual Ricardo Barbosa foi anunciado, nesta quinta-feira (2), pelo governador João Azevêdo, como novo presidente da Companhia Docas da Paraíba, que administra o Porto de Cabedelo.

O ato de nomeação será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (3). Gilmara Temoteo, que ocupava o cargo, será designada para outra função no Governo do Estado, em anúncio que deve ocorrer nos próximos dias.

Ele assume o comando da Companhia Docas em um momento importante da história do Porto de Cabedelo, que recebe investimentos superiores a R$ 95 milhões, todos recursos próprios do estado, para as obras de dragagem. Os serviços irão aprofundar o canal de acesso, que passará de 9,14m a 11 metros de profundidade. Isso vai permitir o recebimento de navios de até 55 mil toneladas, aumentando a geração de emprego e o fomento da economia paraibana.

Trajetória
Ricardo Barbosa foi deputado estadual por quatro mandatos e secretário estadual por 11 vezes. Dentre os inúmeros cargos que ocupou destaca-se a secretaria estadual do PAC; coordenadoria do Ministério da Integração Nacional; superintendente da SUPLAN; e duas vezes secretário estadual de Comunicação.

Ricardo Barbosa é o atual vice-presidente e presidente em exercício na União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale); líder de governo e de oposição na ALPB, presidindo importantes comissões parlamentares, com destaque para a de Constituição, Justiça e Redação. Foi também vice-presidente da Comissão de Orçamento e Presidente da Comissão de Saúde, entre outras.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil