Atualização do WhatsApp permitirá que usuário fique ‘off-line’ e saia de grupos ‘de fininho’

O WhatsApp, plataforma de envio de mensagens da Meta, terá três novas atualizações voltadas para a privacidade dos usuários. Será possível escolher quem poderá visualizar o seu status on-line, bloquear capturas de tela para mensagens de visualização única e ainda uma forma de evitar “climão” para sair de grupos indesejados sem notificar os participantes.

Logo nesta terça-feira, os usuários brasileiros já poderão sair dos grupos “de fininho”. Se antes todos os participantes eram avisados que alguém deixou o grupo, agora, apenas os administradores serão notificados.

O bloqueio das capturas de tela, por sua vez, ainda está em fase de testes e não tem data para ser disponibilizado a todos os internautas. A Meta anunciou que, até o fim deste mês de agosto, o recurso que possibilita que o usuário escolha quem pode vê-lo online estará disponível aos usuários.

Confira atualizações

Deixar grupos silenciosamente: Os usuários poderão sair de um grupo sem ter que todos sejam notificados. Agora, em vez de avisar o grupo inteiro ao sair, apenas os administradores serão notificados. Este recurso está sendo lançado para os usuários hoje mesmo.

Escolha quem pode ver quando você está on-line: Ver quando amigos ou familiares estão on-line pode ser um bom recurso para saber quem está disponível para uma conversa, mas todos nós temos momentos em que gostaríamos de verificar nosso WhatsApp sem interações com ninguém. Para manter sua discrição on-line, a empresa introduziu a capacidade de selecionar quem pode ver quando você está on-line. Essa novidade chegará a todos os usuários ainda este mês.

Bloqueio de captura de tela em mensagens de visualização única: As mídias de visualização única já são uma maneira incrivelmente popular de compartilhar registros que não precisam ocupar espaço eternamente. Agora, o aplicativo de mensagens permite o bloqueio de captura de tela nestas mensagens como uma camada adicional de proteção. A empresa diz que está testando esse recurso para dispor aos usuários em breve.

Com O Globo

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil