Projeto de Lei de Carol Gomes é sancionado e quadrilhas juninas agora são patrimônio cultural imaterial de Campina Grande

O projeto de lei da vereadora Carol Gomes (União Brasil), que declara as quadrilhas juninas de Campina patrimônio cultural imaterial do município, foi sancionado pelo prefeito Bruno Cunha Lima na manhã de hoje (23).

A sanção do projeto de lei aconteceu na pirâmide do Parque do Povo, que nos últimos meses foi um dos locais de imunização contra covid-19, e hoje também foi palco de uma grande ação de incentivo à cultura, onde o prefeito Bruno realizou a entrega simbólica de cheque com maior apoio financeiro do município às quadrilhas juninas, o que equivale ao investimento de R$ 320.

“A gente não pode permitir que a nossa cultura vire folclore e para isso o que precisamos fazer é valorizar, não só com recursos financeiros, mas também com reconhecimento e dedicação”, falou o prefeito.

“As quadrilhas juninas são um verdadeiro símbolo de Campina Grande e nada mais merecido que esse reconhecimento. É a arte e o trabalho da nossa gente que passa de geração em geração. Nosso município respira essa cultura que, além de ser uma tradição, movimenta o turismo e a economia gerando renda para inúmeros campinenses”, disse Carol.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil