Incêndio destrói barracas que vendiam fogos de artifício em Campina Grande

Um incêndio destruiu duas barracas onde eram comercializados fogos de artifícios, na tarde desta segunda-feira (23), em Campina Grande, no Agreste paraibano.  O Corpo de Bombeiros evitou que outra barraca também fosse atingida  pelo fogo.

O tenente coronel Jean Benício informou que numa terceira barraca havia uma quantidade maior de fogos. “Caso as chamas tivessem chegado ao estabelecimento o estrago seria bem maior”, disse.

Além dessas, o local abriga outras sete barracas onde são vendidos fogos de artifício na Avenida Dinamérica, no bairro de mesmo nome.

Jean Benício considerou a operação dos Bombeiros complexa para conter o incêndio devido a quantidade de fogos de todas as espécies armazenados nas barracas e das explosões provocadas pelos artefatos.

A perícia foi acionada para apurar o que teria provocado o incêndio. O bombeiro militar destacou que nenhum dos estabelecimentos tem a liberação da instituição para funcionar.

Três veículos do Corpo de Bombeiros participaram da ação junto com outras três ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A dona de uma das barracas destruídas passou mal e precisou de atendimento.  Ninguém ficou ferido.

Mais PB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil