Corpo de juíza morta no Pará é velado nesta manhã em CG; sepultamento será no Cariri

O velório da juíza paraibana juíza Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira começa às 7h desta quinta-feira (19), no cemitério Campo Santo da Paz, em Campina Grande e será restrito a familiares e amigos. O corpo dela chegou à Paraíba na noite dessa quarta-feira (18).

Em seguida, o corpo seguirá, às 13h para velório no município de Barra de Santana, e o sepultamento será às 17h.

Imagens de câmera de segurança apontam para suicido da magistrada em Belém, no Pará.

“Fomos à delegacia e acompanhamos o inquérito.  Nos apresentaram todas as imagens das câmeras, são muitas câmeras, e deixa muito claro que foi suicídio. Não há dúvidas”, disse Monique Andrade, sobrinha da juíza, em entrevista ao portal O Liberal.

Monique pede que quaisquer pronunciamento de pessoas que não sejam da família devem ser “descartados”. “Não há o que se discutir e agradeço em quem se interessou em ajudar a desvendar o caso. Não há possibilidade de outras coisas. Não esperávamos passar por isso. Minha tia é uma pessoa maravilhosa. Mas é isso, foi suicídio”, acrescentou Monique foi a Belém acompanhar o caso e liberar o corpo da tia.

Segundo relato do esposo da magistrada, o juiz João Augusto Figueiredo Júnior, ela foi encontrada morta dentro do seu próprio carro com um ferimento de arma de fogo no estacionamento do prédio onde moravam. Ele levou o veiculo com o corpo para a Delegacia de Homicídios da cidade.

De Olho no Cariri

Mais PB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil